Ética
Antes do resultado vem o jeito de chegar nele. Não vendo o que não entrego, não prometo o que não sustento. Crescer torto não me interessa.
Entre a empresa e o time, entre a estratégia e a rotina. Já fui CLT, já comecei do zero e já precisei sustentar crescimento. É daí que eu falo.
Tudo o que eu ensino sobre marketing, vendas e atendimento, eu vivi antes na pele — vendendo, atendendo, contratando, demitindo, reerguendo. Aprendi olhando o número e olhando o cliente no olho.
Hoje levo esse aprendizado às empresas: transformar atendimento e relacionamento em faturamento, com processo, time e consistência.
Comecei na TI, dentro da IBM, cuidando de infraestrutura e redes. Era o caminho seguro: crachá, estabilidade, um futuro desenhado. Mas tinha algo que não me deixava em paz — eu queria construir uma coisa que fosse minha, com a minha cara.
Em 2014 eu larguei esse caminho. Virei professor de violão. Comecei com pouquíssimos alunos e fui construindo, aula a aula, uma escola de verdade — com método, agenda, alunos entrando por indicação. Cresceu até virar uma operação estruturada, com mais de 100 alunos.
Aí veio a pandemia. Caí para cerca de 13 alunos. Foi o ponto mais baixo: ou eu fechava, ou eu reaprendia tudo. Escolhi reerguer. Reorganizei o atendimento, o relacionamento e a forma de vender o que eu fazia — e a escola não só voltou, como expandiu.
Nesse percurso eu vivi os três lados que quase ninguém vive junto: o lado de quem foi CLT, o lado de quem começou do zero e o lado de quem precisou sustentar crescimento quando ele chegou. É esse conjunto que me deixou enxergar o que a maioria não enxerga.
Eu aprendi a enxergar o meio do caminho — entre estratégia e rotina, entre a empresa e o time.
Em algum momento eu percebi uma coisa: eu sei sobre marketing, vendas e atendimento de um jeito que pouca gente aplica na prática. Não é teoria de slide — é o que mantém um cliente voltando, indicando e comprando de novo. Eu testei isso no meu próprio negócio, com dinheiro de verdade na linha.
Foi aí que veio a virada. Eu poderia continuar só dentro da minha operação — ou poderia levar isso para outras empresas. Hoje é isso que eu faço: transformar atendimento e relacionamento em faturamento, com processo, time e consistência. Não com sorte, não com talento isolado.
O que eu trago para as empresas não é mais um conceito bonito. É a capacidade de enxergar o meio do caminho: aquele espaço entre a estratégia que ficou na apresentação e a rotina que acontece de verdade no atendimento, entre o que a empresa quer e o que o time consegue executar todos os dias.
Antes do resultado vem o jeito de chegar nele. Não vendo o que não entrego, não prometo o que não sustento. Crescer torto não me interessa.
Se eu prometo, eu entrego. Palavra dada vale como contrato — comigo, com cliente e com o time. É o que faz a relação durar mais que um projeto.
Relação de mão dupla. Eu confio para poder ser confiado. Sem isso, nenhum atendimento, nenhuma venda e nenhuma equipe se sustenta de pé.
Clareza e direção, sem romantizar o caminho. Eu não vendo o sonho — eu mostro o passo. O que importa é o que dá para fazer na segunda-feira.
Ela se foi e o mundo não parou para esperar. Aprendi ali a manter a razão no meio do caos — a seguir tomando decisão boa mesmo quando por dentro tudo doía. Isso me acompanha em cada dia difícil de operação.
Família mudou a minha pergunta. Deixei de pensar só em resultado e passei a pensar em legado e consistência — em construir algo que dure, que faça sentido para além de mim. É o que dá peso ao que eu faço.
Dois caminhos para começar: aplique sozinho com o Kit, ou me chame para falar com o seu time.
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